
Dar a conhecer as valências dos cães da GNR foi o objetivo da ação que esta manhã levou muitas entidades oficiais ao Regimento de Guarnição nº3. Chitas Soares, comandante da Guarda na Madeira, referiu que há neste momento cerca de uma dezena de valências daqueles animais para buscas, incluindo droga, animais traficados, pessoas desaparecidas e, inclusivamente, neste momento está a ser feito um estudo no Instituto Português de Oncologia, para que os cães detetem o cancro na pele de uma forma precoce, ainda antes da tecnologia, o que pode ajudar a um diagnóstico atempado da doença.
Esta manhã, no RG3, houve uma demonstração da equipa cinotécnica da GNR, com o responsável, o Sargento Fábio Teixeira, a dizer que neste momento «estamos a trabalhar» para que os animais demonstrem as suas capacidades, nomeadamente o cão pisteiro, que poderá ajudar a localizar uma pessoa desaparecida. Brevemente os cães vão receber formação para detetar armas e moedas.
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