sábado, 5 de dezembro de 2009

RUSGA SURPREENDE PASSAGEIROS DO "LOBO MARINHO"


A viagem de sexta-feira terminou de uma forma diferente para os mais de 200 passageiros que viajaram na noite de sexta-feira para o Porto Santo.

Á chegada elementos da Polícia de Segurança Pública (PSP), Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Guarda Nacional Repúblicana (GNR) e Ministério Público controlaram o desembarque de passageiros no porto do Porto Santo.
Conforme o que apurou o DIÁRIO foi apreendida uma quantidade indeterminada de droga, resultante das acções de revista aos veículos transportados pelo navio.

Fonte: dnoticia.pt


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segunda-feira, 13 de abril de 2009

GNR INTIMIDADA COM BOMBA NO MAR

FALCAO_DA_MADEIRA Militares da GNR foram ameaçados com o arremesso de uma bomba no mar, na zona de Campanário, Madeira. No local repetem-se as acções de pesca à bomba, destruindo a fauna marítima, noticia o Jornal da Madeira. A guarda fez uma acção de fiscalização na semana passada e foi alvo de acção de intimidação. Este local é habitualmente utilizado para esta pratica criminosa por se encontra num local de difícil acesso terrestre.

Notícia em Diário de Notícias

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

BOMBAS DE PESCA ILEGAL REBENTAM JUNTO A GNR


Uma lancha da Guarda Nacional Republicana (GNR) por pouco não foi atingida por duas bombas que alegadamente estariam a ser usadas por alguém que exercia pesca ilegal, na noite de segunda-feira, junto ao ilhéu do Campanário.
Eram 21h15 quando uma equipa da subunidade naval de controlo pesqueiro da GNR foi surpreendida por um estrondo causado por uma bomba que embateu contra a falésia, lançando pedras para o mar, próximo do local onde estava a lancha da autoridade.
A tripulação da Guarda, que fazia patrulhamento naquela área marítima, tentou localizar a proveniência dos engenhos explosivos, mas optando por rumar por uma outra trajectória. A diligência não durou um minuto sem que fosse novamente interrompida por uma outra bomba que rebentou a cerca de 25 metros da lancha da GNR.
Segundo o comandante do Comando Territorial da Madeira, coronel Vieira Correia, o cair da noite impediu a subunidade de controlo pesqueiro de identificar, desde logo, o autor do crime. Porém, os guardas conseguiram localizar, junto ao ilhéu do Campanário, redes e outros artefactos de pesca. As bombas destinar-se-iam à pesca ilegal mas poderiam estar a ser usadas para intimidar a acção da GNR. Esse material foi apreendido à conta do inquérito que foi aberto, a par de cerca de 50 quilos de pescado, entre tainhas e bicudas.


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quarta-feira, 4 de março de 2009

GNR DETÉM DOIS POR PESCA A BOMBA


A Guarda Nacional Republicana (GNR), do posto territorial do Porto Santo, deteve dois indivíduos na posse de engenhos explosivos, supostamente para serem utilizados no acto de pesca ilegal.
A detenção ocorreu na passada quarta-feira, na sequência de uma operação normal de patrulhamento à costa efectuada pela GNR. Depois dos militares terem detectado a infracção, desencadearam uma operação para apuramento de responsabilidades, que culminou na detenção de dois indivíduos, naturais do Porto Santo, e identificação de um terceiro, por suposto auxílio aos infractores, como vigilante.
Os indivíduos em causa foram surpreendidos em flagrante delito na zona conhecida localmente como Pico dos Ferreiros, na posse de dois engenhos explosivos (gelmonite) e vários detonadores.
O local onde foi feita a detenção e o material apreendido pela GNR, indica que os suspeitos dedicavam-se à actividade piscatória ilegal (pesca à bomba), o que constitui crime, previsto na lei com pena de prisão que pode ir até três anos, ou pena de multa.
No acto, foi apreendido igualmente equipamento de mergulho, que agora será sujeito a exames periciais e de avaliação, para determinar se este terá sido ou não, utilizado anteriormente neste tipo de pesca ilegal.
Os dois indivíduos em causa foram constituídos arguidos e presentes ao Tribunal, tendo-lhes sido aplicada a medida de coacção de termo de identidade e residência.
Por decisão do tribunal o processo baixou a inquérito.
No que concerne aos explosivos, foram acondicionados em local apropriado para detenção e armazenamento destes materiais e, pelo que foi avançado pela GNR, serão posteriormente destruídos.


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