domingo, 13 de março de 2016

GNR APRRENDE REDE DE EMALHAR DE 100 METROS

O Comando Territorial da Madeira, através do Destacamento Territorial do Funchal, apreendeu hoje na Fajã do Mar – Calheta, uma rede de 100 metros de emalhar, contendo várias espécies de peixe no seu interior.
A apreensão ocorreu no decurso de uma ação de patrulhamento da orla costeira, deparando-se os militares da GNR com a rede de emalhar a escassos metros da costa, contendo no seu interior com 12 espécimes de peixe, não tendo sido possível identificar o seu proprietário.


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sexta-feira, 11 de março de 2016

GNR APREENDEU 34 QUILOS DE PESCADO E MATERIAL DE MERGULHO



A Guarda Nacional Republicana (GNR), através do Comando Territorial da Madeira, realizou uma série de fiscalizações, entre 4 e 10 de Março, sendo que visaram a vigilância da costa e do mar territorial e a prevenção, detecção e investigação de infracções tributárias e aduaneiras, protecção da natureza e do ambiente, entre outras.
Destas acções registou-se um crime de jogo de fortuna ou azar, um por maus tratos ou abandono de animais de companhia e dois crimes por gravações de fotografias ilícitas.
No ramo das apreensões, a GNR apreendeu 34 quilos de pescado, uma máquina de fortuna ou azar e uma rede de emalhar e material de mergulho.
No que concerne às fiscalizações, as acções envolveram 1.083 condutores, sendo que detectaram-se 38 infracções, em que se destacam 21 por infracção ao Regulamento de Bens em Circulação (IVA) e 6 por infracção ao bem-estar animal, onde se incluem a falta de registo e licenciamento, vacinação anti-rábica e identificação electrónica.

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domingo, 6 de março de 2016

REPORTAGEM DIÁRIO DE NOTICIAS SOBRE GIPS-GNR

São sete os elementos do GIPS – Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro da GNR. Foram dos primeiros a subir à serra em pleno nevão de há duas semanas.
Nos momentos de maior aperto, em termos de necessidades de recurso a elementos da protecção civil, sempre que são chamados para o efeito, lá estão eles, sete homens, todos militares, actualmente ao serviço da Guarda Nacional Republicana (GNR), mais precisamente do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS), a aplicar todos os conhecimentos que possuem no salvamento de vidas, nas situações mais adversas, mas também de protecção de bens.
Criado o grupo há cerca de um ano na Madeira, foram umas das equipas que, ao longo dos dias de inverno rigoroso que a Madeira viveu há duas semanas, aquando do nevão que assolou as zonas montanhosas, ajudaram a impedir que as pessoas passassem pelo ‘cordão’ de segurança. Inicialmente, estiveram de prontidão à entrada para a estrada que dá acesso ao Pico do Areeiro. Ali, naquele cenário idílico de neve, duas viaturas todo o terreno barraram os mais afoitos.
Naquelas primeiras do nevão (cujo coberto gelado ainda aguentou mais de uma semana em lento descongelamento), os homens comandados pelo fundanense Jorge Martins, mantiveram a serenidade para que estão treinados. De facto, é preciso ter muita preparação física, mas sobretudo psicológica para manter a calma e a concentração em cenários que, para a maioria das pessoas, seria de pânico e medo.
O primeiro sargento é natural do Fundão e, por isso, pode-se dizer estava nas suas ‘sete quintas’, embora as temperaturas estivessem abaixo de zero graus e as rajadas de vento gelado, carregado com neve e grazino, fizessem temer os mais impreparados. Várias vezes subiram ao Pico do Areeiro, várias vezes ficaram atolados, da última vez quase já sem tracção às quatro rodas que fizesse o carro andar, tiveram de usar das picaretas para tirar o manto de neve e gelo acumulado.
Como já dissemos, são sete os membros da GIPS alocados na Madeira, mas o que poucos saberão é que quatro deles são madeirenses. “Já se iniciou um processo formativo, tendo em vista a equipa ser formada por naturais da ilha”, frisou ao DIÁRIO em plena tempestade de neve. “Dados os constrangimentos geográficos, é natural que os continentais sintam mais dificuldades de adaptação, pela distância à família. Os madeirenses da nossa equipa conhecem perfeitamente a ilha e estão perfeitamente adaptados e preparados. A ideia é criar uma equipa de raiz do GIPS com madeirenses”.
Disponíveis para as necessidades que sejam pedidas pelo Serviço Regional de Protecção Civil, Jorge Martins não deixa de referir a sua total autonomia em termos de operacionalidade. “Estamos disponíveis a prestar apoio a todos os agentes de protecção civil da Região, sejam bombeiros, polícia, EMIR, Cruz Vermelha, etc. A nossa missão é apenas isto, não fazemos mais nada. É uma missão muito técnica (resgate em montanha) e requer que qualquer elemento desta equipa de dedique exclusivamente ao serviço”.
Uma das principais preocupações das várias equipas de resgate em montanha existentes – bombeiros, PSP, GNR – é o facto de haver, com elevada frequência, pessoas a perderem-se nas levadas, muitas vezes em situações complexas. “Fruto da curiosidade e alguma inexperiência, estamos sempre prontos a fazer esse trabalho, subimos à montanha, procuramos os sítios com maior afluência turística porque a história diz-nos que é nesses locais que ocorrem a maioria dos acidentes. E há alguns com gravidade, que levam à morte de pessoas”, lamenta. Presentes nos locais, transmitem alguma segurança, acredita Jorge Martins, mas caso aconteça um incidente, estão preparados para tudo.
Subordinados ao Comando Regional de Operações de Socorro (CROS), estão aptos e sempre disponíveis para efectuar o resgate - no ano passado participaram numa operação que durou 30 horas, juntando várias entidades, para salvar um turista perdido na montanha -, utilizando todo o tipo de equipamentos (cordas, ferros, macas, material de primeiros socorros, etc).  É um estado de prontidão constante, esteja bom ou mau tempo, para responder quando forem precisos. E isso - prevenção -  nunca é demais.










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sábado, 5 de março de 2016

MILITAR DA GNR SOCORRE HOMEM QUE TEVE AVC NO FUNCHAL

Um militar do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR prestou os primeiros socorros a um homem de 63 anos que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) no início da tarde desta sexta-feira, na Avenida Zarco, junto à agência do Millenium BCP, no Funchal.
O alerta foi dado por volta das 14 horas por um militar da GNR que passava no local e viu o homem acometido de doença súbita. De imediato ligou a pedir apoio aos colegas do GIPS que se encontravam próximos no local, na Praça do Povo onde decorre a exposição de meios da GNR, integrada nas comemorações do Dia da Protecção Civil.
Jorge Martins, militar do GIPS com conhecimento em técnicas de emergência e de tripulante de auto-maca de socorro, muniu-se da mala de primeiros socorros que equipa a viatura desta força especializada da GNR e correu a prestar assistência à vítima, vindo a constatar que indiciava ter sofrido um AVC.
Ministrou oxigénio ao homem e manteve-o sob vigilância até chegarem os meios de socorro. A vítima foi depois encaminhada numa ambulância dos Bombeiros Voluntários Madeirenses para o hospital Dr. Nélio Mendonça onde recebeu tratamento médico e foi sujeito a exames de diagnóstico.

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sábado, 23 de janeiro de 2016

GNR APREENDE BEBIDAS ALCOOLICAS SEM SELO E FUGA A LOTA

A Guarda Nacional Republicana apreendeu 154 quilos de pescado por fuga à lota no porto do Funchal e ainda 195 litros de bebidas alcoólicos sem selo na sequência de um conjunto de acções de fiscalização em estabelecimentos de restauração e bebidas no concelho de Machico.
Segundo a nota de imprensa do Destacamento Territorial do Funchal, da GNR da Madeira, as acções de fiscalização decorreram quarta e quinta-feira, no âmbito do combate da fuga à lota e combate à introdução irregular no consumo de produtos sujeitos a Impostos Especiais sobre o Consumo (IEC’s).
As acções culminaram com a apreensão de 154 quilos de Peixe-espada preto, no porto do Funchal, e apreensão de 195 litros de bebidas alcoólicas, dos quais 175 litros eram aguardente de cana, levadas a efeito no concelho de Machico, em estabelecimentos de restauração e bebidas.
"Considerando que o pescado fresco apreendido não podia entrar no circuito comercial por ter sido objecto de transformação a bordo da embarcação (cortado em postas), foi o mesmo submetido a análise pelo médico veterinário presente na lota, e será entregue a uma instituição de solidariedade social", refere a GNR.
De acordo com aquela força de segruança, quanto às bebidas alcoólicas, o total das apreensões ascende a um valor de mercado presumível de 1.950 euros e serão entregues na Alfândega do Funchal. Os produtos em causa não se encontravam a cumprir as regras de selagem, embalagem, detenção e comercialização, configurando esta prática uma contraordenação aduaneira de montante mínimo de 1.500 euros para pessoa singular, duplicando o seu valor no caso de pessoa colectiva.
"Alertamos, uma vez mais, que este tipo de ilícito, além acarretar a eventual aplicação de uma avultada coima, (que poderá atingir um máximo de 165.000 euros no caso de pessoa colectiva), promove a concorrência desleal entre os operadores económicos, podendo ainda transformar-se num problema de saúde pública e segurança alimentar, uma vez que este tipo de bebidas não é sujeito a qualquer tipo de controlo sanitário", sublinha a GNR.




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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

SEPNA GNR APREENDE DOIS "MACACOS" EM C.LOBOS

A Guarda Nacional Republicana (GNR) da Madeira, informou hoje que detetou e apreendeu dois primatas da espécie “Saguinus” na zona do Estreito de Câmara de Lobos.
Segundo o comunicado da GNR, a recuperação destes animais selvagens, deu-se no decorrer de uma ação de fiscalização promovida pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR, sendo que, «um dos animais encontrava-se exposto dentro de uma jaula, e estava a servir de ornamentação a um presépio na mesma localidade», refere a anota de imprensa da Guarda, que acrescenta: «após algumas diligências, conseguiu-se identificar o respetivo proprietário e apurar junto do mesmo que ainda era detentor de outro primata, que se encontrava em cativeiro na sua residência». Perante estes factos, a GNR elaborou o respetivo “auto de notícia” por «detenção proibida de espécimes», tendo sido apreendidos os dois animais.
«De salientar que a detenção de qualquer espécie da ordem dos primatas é expressamente proibida, excetuando-se os casos previstos na lei, que se referem a jardins zoológicos e entidades devidamente autorizadas», refere a mesma fonte.
As infrações por detenção de espécies protegidas, «constitui-se como contraordenação ambiental muito grave e as coimas podem variar entre os 10 mil euros e os 100 mil euros, no caso de negligência, ou entre os 20 mil euros e os 200 mil euros, no caso de dolo», conclui a nota.

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