quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

GNR INVESTIGA DOIS CRIMES

O Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente, do Comando Territorial da Madeira da Guarda Nacional Republicana (GNR), tomou conta de mais duas ocorrências relacionadas com o crime de maus tratos de animais de companhia.
A primeira situação, ocorrida no passado dia 23 de Fevereiro, diz respeito a um cão que terá sido presumivelmente envenenado, no Caniçal, Machico. O cadáver do canídeo foi recolhido e entregue no Laboratório Regional de Veterinária e Segurança Alimentar, para efeitos da respectiva perícia técnica (necropsia).
A outra situação diz respeito a um cão que foi abandonado no dia 13 do corrente mês, na Sociedade Protectora dos Animais Domésticos (SPAD). Contudo, conseguiu-se apurar a identificação do proprietário, uma vez que o referido animal possuía 'chip' de identificação eletrónica, o que possibilitou a consulta da ficha de registo de identificação do animal. 
Importa referir que este canídeo já havia sido adoptado naquela instituição em 27 de Novembro de 2014.

O crime de maus tratos de animais de companhia, onde se inserem os actos de matar, abandonar, infligir dor ou sofrimento a um animal de companhia faz com que o seu autor incorra numa pena de prisão até seis meses ou com pena de multa até 60 dias – no caso do abandono – ou pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 120 dias a quem, sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus tratos físicos a um animal de companhia. Existe ainda um agravamento em consequência do resultado dos maus tratos, se resultarem na morte do animal, na privação de importante órgão ou membro ou na afectação grave e permanente da sua capacidade de locomoção, passando a punição a ser de pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias.

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

PROTEÇAO CIVIL SOMOS TODOS NÓS (video)

Para assinalar o Dia Internacional da Protecção Civil, várias entidades que operam nesta área participam numa iniciativa que decorre na Praça do Município do Funchal com exposições, workshops e demonstrações de equipamentos usados pelos agentes de protecção civil, protecção e socorro, equipas cinotécnicas (que despertam muita curiosidade), busca e salvamento, detecção de engenhos explosivos, de armas e produtos estupefacientes.
Bombeiros Municipais do Funchal, Bombeiros Voluntários Madeirenses, Cruz Vermelha Portuguesa, GNR e PSP, em colaboração com a Câmara Municipal participam nesta iniciativa que teve início esta tarde e termina na sexta-feira, 27 de Fevereiro.
Em declarações na abertura das comemorações, o vereador com a pasta da protecção civil municipal, Domingos Rodrigues, salientou que o assinalar do dia em questão, a 1 de Março, visa “chamar a atenção das pessoas para as questões da protecção civil e dar a entender às pessoas quais os perigos e os comportamentos que temos”, para que assim “percebam que a protecção civil somos todos nós”.
Questionado se os meios são suficientes, disse que “isso não existe”, garantindo que são sempre aqueles possíveis dentro das circunstâncias e que, apesar de estarmos num momento difícil, são os adequados”, reforçando que “não há meios que substituam o comportamento adequado das pessoas”.


Video da Noticia da RTP Madeira









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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

GNR INVESTIGA MORTE DE CÃES POR ENVENENAMENTO

A GNR está a investigar a morte por envenenamento de dois cães, no Santo da Serra, que pode configurar um crime de maus tratos contra animais de companhia, informou hoje o Comando Territorial daquela força de segurança.
A denúncia dando conta de um presumível envenenamento dos dois animais, em Santo António da Serra, foi recebida ontem, quinta-feira, pelo Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Comando Territorial da Madeira da GNR.
"De imediato, uma equipa de militares do SEPNA deslocou-se ao local onde se encontravam os canídeos, tendo procedido à sua recolha e entrega no Laboratório Regional de Veterinária e Segurança Alimentar, para realização de respectiva perícia técnica" refere a GNR em nota de imprensa.
A GNR elaborou auto de noticia por presumível crime de maus tratos a animais de companhia, no caso concreto envenenamento. 
De acordo com o estipulado no Artigo 387.º do Código Penal – crime de maus tratos a animais de companhia – "quem, sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus tratos físicos a um animal de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 120 dias".
Segundo a legislação em vigor, "se dos factos previstos no número anterior resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção, o agente é punido com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias".


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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

GIPS NA MADEIRA RESGATA CÃO


Hoje, os nossos militares da Equipa de Busca e Resgate em Montanha, quando regressavam do treino fisico, foram alertados por residentes da localidade do Caniçal - Madeira, da presença de um cão ferido que se encontrava num buraco de alicerce de um prédio devoluto. O buraco tinha cerca de 4 metros de profundidade e não tinha qualquer saída ou entrada pelo que foi necessário uso de corda e algum equipamento.
O resgate decorreu com sucesso e o nosso amigo canino agradeceu com um abanar de cauda.

Fonte: GIPS GNR






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sábado, 14 de fevereiro de 2015

GIPS PROMOVE SEGURANÇA EM PROVA NA MADEIRA

A Guarda Nacional Republicana, através da Secção de Busca e Resgate em Montanha do Grupo de Intervenção Proteção e Socorro, colaborou na segurança da prova do Ultra Trail de S. Vicente e Porto Moniz, naquela que foi a primeira competição de trail-running do Circuito de Trail Running Madeira para 2015.
Esta ação decorreu durante o dia 14 de fevereiro e o GIPS esteve presente nos locais da prova em que poderia existir um maior risco para os 400 participantes



Fonte:GNR








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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

MULTAS PELO " JOGO DO BICHO" AUMENTARAM (video)

É um jogo de apostas mútua e tem estado na mira da Guarda Nacional Republicana, sendo que não prevê cadeia, mas coima. O jogo do Bicho tem muitos adeptos na Região Autónoma da Madeira.
No ano passado foram fiscalizados 13 estabelecimentos onde foram detectados a pratica ilegal deste jogo, tendo sido constituídos arguidos varias pessoas. A GNR do Comando Territorial da Madeira está atenta ao crescimento deste tipo de crime.

Fonte: Noticia RTP Madeira


Noticia da RTP Madeira




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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

MADEIRA - INTERNET MAIS SEGURA

O Comando Territorial da Madeira realizou ontem, dia 11 de fevereiro, uma ação de sensibilização, na Escola Básica de 1º CEB da Assomada, relacionada com o Dia da Internet mais Segura, onde estiveram presentes 90 alunos e seis professores.


Fonte: GNR

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

DEMONSTRAÇÃO DE MEIOS

A Guarda Nacional Republicana realizou, através do Grupo de Intervenção Cinotécnico do Destacamento Territorial da Madeira, um conjunto de atividades lúdicas e pedagógicas integradas numa demonstração de valências da instituição, durante a manhã do dia 06 de fevereiro, na escola EP1/PE da Vargem, concelho de Câmara de Lobos.
Estiveram presentes nesta iniciativa cerca de 112 crianças, com idades compreendidas entre os três e os 10 anos, as quais tiveram a oportunidade de assistir a uma demonstração cinotécnica, com cães das várias vertentes de aplicação na GNR, tais como Busca e Salvamento, Deteção de Drogas e Guarda Patrulha. Para além da demonstração foram ainda apresentadas diversas valências da instituição.


Fonte: GNR

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

QUEIXAS A GNR POR MAUS TRATOS TRIPLICAM

As queixas por alegados maus tratos contra animais dispararam em 2014 na Madeira. Só no Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Comando Terriorial da GNR, foram abertos 113 processos - mais do triplo face a 2013, ano em que foram registados 36 casos.
As pessoas estão mais alerta e cada vez mais sensibilizadas para a forma como os animais de companhia são tratados, estejam na via pública ou em domínio privado.
Essa é a convicção do Major Marco Nunes, 2.º comandante da GNR na Madeira. “Acaba por ter alguma influência a interacção e a sensibilidade que a população tem para com este tipo de situações, porque começaram a chegar muito mais denúncias para além daquelas que nós verificávamos no terreno”.

Causa animal ganha à causa ambiental
Não é de estranhar, portanto, que à GNR estejam a chegar cada vez mais situações relacionadas com esta problemática. A causa animal está a ter uma relevância cada vez maior junto da sociedade madeirenses, ganhando terreno, por exemplo, à causa ambiental.

O SEPNA, que investiga infracções à pesca, ao ambiente e ao bem-estar animal,  confirmam esta conclusão: em 2013, o bem-estar animal representava 37% do total de infracções ambientais (onde se incluem também os processos referentes à pesca e à natureza); em 2014, a causa animal assumia já 80% do total de processos abertos na área do ambiente.
A esmagadora maioria dos casos de maus tratos animais (112 dos 113) registados em 2014, foram infracções às normas do bem estar animal e, como tal, deram azo a processos de contra-ordenação, punível com a aplicação de coimas.
Em causa estão condições precárias em que os animais se encontram ou são mantidos em cativeiro. “Normalmente prendem-se com as condições de detenção do cão: o espaço que é muito reduzido, a trela que é muito curta, o cão que não tem onde comer ou onde beber, que não tem a vacinação anti-rábica ou não tem o ‘chip’”, exemplifica Marco Nunes.
“Portanto, estamos a falar deste tipo de infracções que não se enquadra na parte criminal mas na parte contra-ordenacional”, explica.

“Ainda há muita confusão entre crime e infracção”
Efectivamente, apenas um dos casos motivou a abertura de um inquérito para apuramento de responsabilidade criminal, ao abrigo da nova lei que criminaliza os maus tratos contra animais e que entrou em vigor a 1 de Outubro de 2014.

O caso sob investigação refere-se a uma cadela que foi queimada com um maçarico, em início de Outubro, em Santa Rita, no Funchal, e que foi relatado pelo DIÁRIO. “Esse foi o único auto de notícia que nós tivemos, efectivamente, por crime de maus tratos”, confirma o Major.
De acordo com o 2.º comandante territorial da GNR na Madeira, há a tendência para que as pessoas participem uma situação, expondo-a como crime, quando à luz da matéria de facto e perante as provas existentes, acaba por não ser enquadrada como tal.
“As pessoas ainda fazem essa confusão: uma coisa é abandonar o cão, maltratar o animal, como foi este caso de sexta-feira, isso entra na parte da criminalização. O resto, a forma como a pessoa detém o cão, já não é crime. Por norma é contra-ordenação”, explicou.

Cães acorrentados na carrinha vai dar azo a processo-crime
O caso que se refere o Major Marco Nunes foi publicamente denunciado no final da semana passada - quatro cães acorrentados à carroçaria de uma carrinha de caixa aberta em condições bastante deficitárias - e está à beira de motivar a abertura de um processo-crime por suspeita da prática de crime de maus tratos contra animais.

“A situação de sexta-feira, essa em principio vai se enquadrar no abandono e o abandono é crime”, confirmou o Major Marco Nunes, questionado pelo DIÁRIO que noticiou a situação denunciada pela associação de defesa e promoção do bem estar animal ‘O Nosso Refúgio’.
A GNR está investigar no sentido de apurar a veracidade das alegações do proprietário que, segundo apurámos, garantiu ter levado três dos animais acorrentados para o canil municipal, no Vasco Gil, e ter entregue o quatro cão a uma pessoa que manifestou vontade em adoptá-lo.
“De qualquer forma, a informação que nós temos e após a análise desta situação, é que aquilo vai se enquadrar na situação do abandono e vai ser crime”, sustentou o Major Marco Nunes. Será o segundo caso na Madeira, na pós-era da criminalização dos maus tratos contra animais.

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