«O sr. Conselheiro preocupa-se com o mar e com os binómios que nós temos, detecção de drogas e pessoas e busca e salvamento», começou por dizer o Comandante da GNR, em declarações aos jornalistas. «Vamos aumentar esses meios, tanto os marítimos, a parte da fiscalização das Pescas e os recursos marítimos como também nos cães, detecção de drogas e pessoas», adiantou. O processo já esta em andamento. O Comandante da GNR espera receber os novos meios «já em Fevereiro».
No que se refere à missão de detecção de pessoas, busca e salvamento, esclareceu que é um trabalho que «é já feito por um militar que já estava na Madeira e que foi tirar um curso para ter essa valência» para «poder ajudar, infelizmente, no desaparecimento de pessoas como tem acontecido» como «há pouco tempo na Ribeira Brava e Ponta do Pargo».
Quanto à dotação de mais recursos humanos, referiu que «não há uma previsão, tudo decorre dos cursos que vão acontecendo, isso é algo que é natural, depois poderá vir algum efectivo ou ir alguém para o continente e vir» tendo adiantado que «felizmente, poucos, são aqueles que não são naturais da Madeira mas ainda temos alguns que são oriundos do continente, que vêm, fazem a sua comissão durante um período e depois são substituídos».
A GNR tem, actualmente, 186 efectivos na Região. Se são ou não suficientes, o Tenente-Coronel José Saraiva Gomes reiterou que «não há ninguém que possa referir que os meios são suficientes, os meios normalmente são sempre escassos, tanto os meios humanos como os meios materiais» tendo garantido que «nós temos tentado sempre ajustar esses meios que temos à realidade e à nossa missão» e «é isso que nós todos temos estado a tentar fazer, em todas as instituições públicas ou privadas e felizmente tem-se conseguido ter esse equilíbrio que é necessário para continuar a cumprir a missão» a qual «continua a ser cumprida e espero que cada vez melhor».
Vídeo RTP Madeira
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